“A mistura de simulador de interações sociais e rpg de exploração de dungeons é capaz de deixar
qualquer fã de rpg ou de uma boa história viciado
por um bom tempo.”
a meia-noite para começar a escrever a este novo review porque estava
sem inspiração. A primeira resenha que escrevi
para o site foi sobre Toy Story 3, um jogo relativamente simples
que não me gerou nenhuma dificuldade. Mas escrever sobre Persona
para vocês está sendo pra mim um desafio, cada linha que escrevo
me deixa cada vez mais nervoso e fico só pensando em como vão
aceitar essa crítica, já que agora é sobre um jogo realmente bom
que irei falar.
um jogo derivado de uma franquia de peso, de muita qualidade.Foi
esse o motivo que me fez esperar até agora, meia-noite, horário
tão simbólico dentro do jogo, que praticamente embala toda a
história. Espero dessa forma entrar em contato com a minha “Persona”,
e que consiga passar para vocês tudo o que eu achei desse ótimo
jogo de uma renomada série.
foi meu primeiro contato com a série, e que durante esses dois dias
que tive para avaliar o jogo, acabei me tornando um fã da série.
Quando peguei o jogo aqui mesmo no site, eu achava que
estaria avaliando mais um desses rpgs de exploração orientais, talvez
com um ou dois aspectos inovadores para o estilo.
A princípio tudo começou muito bem, uma apresentaçãozinha
estilo abertura de anime com uma musiquinha animada, passando algumas
cenas que servem para que você se situe no ambiente do jogo. Logo após
um singelo menu estilo “Kingdom Hearts”, tudo simples mas muito bem
feito.
Ao começar o jogo você tem a opção de escolher o gênero do
personagem, sendo que os dois apresentam versões diferentes do mesmo
jogo, a história do personagem masculino sendo a orignal e a do
personagem feminino apresentando uma nova perspectiva sobre a história
de Persona 3. Após isso são apresentados níveis de dificuldade para
todos os tipos de jogadores. E é então que a loucura toda começa.
O jogo começa dentro de um trem, onde você (o personagem
principal) está para ser transferido para uma nova escola, e a partir
daí a história toda começa a se desenvolver.
O jogo exige um conhecimento intermediário/avançado de inglês,
visto que seu foco é basicamento todo que na história e nas conversas
com NPCs, que costumam usar bastante linguagem coloquial e podem deixar
bastante gente confusa. E se você não está interessado nas conversas
esse jogo simplesmente não é pra você.
Diferente do de costume, a maior parte da movimentação do
personagem é feita apenas por um cursor em cenários estáticos, o que pode
ser extremamente frustrante até mesmo para fãs de rpg.O jogo é uma mistura
de simulador de interações sociais com rpg, visto que todo tipo de conversa
e amizades com os NPCs influenciam diretamente nas batalhas. Essa parte do
jogo pode ser estrmamente enfadonha e fazer com que muitas pessoas desistam
nos primeiros 15 minutos de teste, mas fãs de uma boa história vão encontrar
aqui um paraíso. Por sinal, não falarei muito da história para não estragar
as surpresas, mas posso falar algo sobre a trama do jogo para os mais
cusiosos:
Seu objetivo no jogo é combater shadows, criaturas que surgem em
nosso mundo ao cair da Dark Hour (período “escondido” no tempo, logo após a
meia-noite) para atacar algumas pessoas que se encontram indefesas nesse
período de tempo. Para combater seus inimigos você receberá a ajuda de sua
persona, um ser que representa seu estado mental e sua vida social. O perso-
nagem principal apresenta a peculiar característica de poder trocar sua per-
sona durante o jogo, que virão aos poucos em forma de cartas.
Agora, falemos dos gráficos: Esse com certeza não é o foco do jogo,
ja que a maior parte se passa em cenários estáficos. A coisa só muda de
figura quando você entra em uma dungeon, onde sua party surge na tela para
começar uma exploração em 3D, parte realmente divertida do jogo mas que pode
se tornar enjoativa após um tempo.
Os NPCs são bem programados tanto na batalha (inimigos e aliados) como
nas conversas, sendo que você tem várias opções de respostas durante uma
conversa e tudo que você faz pode lhe fortalecer ou enfraquecer na hora da
batalha.
Sua força no jogo é a Persona, uma espécie de projeção dos seus senti-
mentos, por isso as interações sociais são tão importantes para que você
desenvolva habilidades no combate.
Então galera, é isso que eu tinha para apresentar sobre o jogo. Mesmo
não tendo gráficos chamativos o jogo é cheio de opções. É fato que o jogo é
para poucos, e até mesmo fãs de rpg podem não simpatizar com o game, mas se
você é fã de uma boa história e está procurando um jogo para se envolver a
longo prazo, cuidado! Altas chances de acabar viciado em Pesrona
sugestões e críticas, já que escrevo reviews a pouco tempo e todas as
idéias que vocês queiram compartilhar será ouvida e levada em consideração.
Link para download:[PSP] Shin Megami Tensei: Persona 3 Portable


![[PSP] Prince of Persia The Forgotten Sands](http://semlimitebr.com/wp-content/uploads/2010/05/prince-of-persia-the-forgotten-sands-20100414061604864-50x50.jpg)
![[PSP] ModNation Racers (Novos Links)](http://semlimitebr.com/wp-content/uploads/2010/07/mod19-50x50.jpg)
![[PSP] Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Heroes 3](http://semlimitebr.com/wp-content/uploads/2011/05/NUNH-50x50.jpg)









